Mostrando postagens com marcador Império. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Império. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Poder Moderador





A charge fala de uma importante característica da Constituição brasileira de 1824, o poder moderador. Ele foi um dos quatro poderes da Constituição junto com o poder Legislativo, Judiciário e Executivo, e está acima de todos eles.
Na primeira charge, Dom Pedro I fala que o limite dos seus poderes é Deus, porque ninguém exerce poder sobre ele, diferente dos outros poderes da Constituição, e podemos perceber que isso é injusto.
Para complementar, temos esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=hEFUiNHVZO4 (até 0:56) que mostram os pontos mais relevantes da Constituição de 1824.

Post de: Giovanna – 8º C

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Período Regencial

Vídeo sobre período regencial:

http://www.youtube.com/watch?v=Ok55Y1khWaM


Com esse vídeo podemos observar que o período regencial foi quando D. Pedro segundo era muito jovem para assumir o trono, por tanto, regentes se alternavam no trono até que D. Pedro tivesse idade para poder assumi-lo. E ale disso, ele foi para o trono antes de chegar à idade necessária, onde ocorreu o golpe da maioridade.

Post de: Guilherme P., 8ºB

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Abolição da escravidão: A luz que veio da Inglaterra


População britânica se uniu em campanhas panfletárias inéditas pelo fim do tráfico de escravos, ocorrido há 200 anos
Leandro Narloch | 01/10/2007 00h00

"Há exatos 200 anos o tráfico de escravos foi proibido na Inglaterra. Foi a primeira vitória de uma campanha que fez do Império Britânico – que no século 18 tinha vendido cerca de 3 milhões de escravos para a América – uma força abolicionista que acabaria com o comércio em todo o Atlântico mais tarde. A história contada geralmente é que os ingleses fizeram isso por interesses próprios, para criar um mercado consumidor na América. As origens do abolicionismo inglês não são consenso entre os historiadores, mas sabe-se que o movimento teve uma participação popular inédita – e muito maior do que os livros didáticos costumam ensinar.

Organizado em comitês e contando com mulheres, religiosos e cidadãos comuns que saíam de porta em porta distribuindo panfletos e juntando abaixo-assinados, o abolicionismo britânico seria um modelo dos movimentos sociais que marcariam o século 19. A mobilização começou em 1787, quando 12 amigos criaram a Sociedade para a Abolição do Comércio de Escravos. Para mudar o pensamento da época, usaram armas que depois se tornariam comuns, como a propaganda em panfletos e jornais, os boicotes e as petições públicas. “Foi a mais impressionante campanha de opinião pública que o Ocidente viveu antes do século 20”, afirma Manolo Florentino, historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Com um objetivo e uma estratégia clara, os abolicionistas transformaram uma idéia absurda em lei aprovada pelo Parlamento.”

Por muito tempo, acreditou-se que a campanha abolicionista só tinha dado certo porque as colônias britânicas na América estavam em declínio – e, portanto, a escravidão não era mais importante para o império. O historiador americano Seymour Drescher abalou a idéia com o livro Econocide (“Econocídio”, inédito em português). Para ele, o fim da escravidão acabou é prejudicando a economia britânica. Muitas das cidades mais ativas na abolição, como Manchester e Liverpool, eram as que mais lucravam vendendo para mercados aquecidos com o comércio de escravos, como a África e a América. “Quem apoiava o tráfico poderia muito bem acusar os abolicionistas de agir contra seus próprios interesses”, escreveu Drescher em outro livro sem tradução em português, Capitalism and Antislavery (“Capitalismo e abolicionismo”). “Hoje, a teoria de Drescher de que a abolição foi um fenômeno cultural é inquestionável. Lamentavelmente, a idéia ainda não chegou aos livros didáticos do Brasil”, afirma Florentino."
Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/historia/abolicao-escravidao-luz-veio-inglaterra-435570.shtml


Comentário: percebemos com a leitura do texto que a abolição foi uma ação na qual contagiou o mundo inteiro.

Porém vemos que isso foi temporário por vermos até hoje pessoas em condições péssimas onde estão sujeitas até a perderem sua capacidade de locomoção, identidade, liberdade e muito mais por apenas estarem correndo atrás de um modo de vida melhor e inocentemente vão parar em algemas e correntes onde estão muito longes de um abrigo, percebendo então a falta dos direitos humanos no cotidiano dessas pessoas.


Post de: Lucas, 8°B

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Charge dos conselheiros convencendo D. Pedro



Essa charge mostra conselheiros falando com Dom Pedro I para não aceitar a proposta de seu pai, querendo que ele voltasse a colonizar o Brasil e também ressurgindo o monopólio comercial (que havia acabado com a vinda da Família Real para o Brasil em 1808). Com toda essa pressão em cima de Dom Pedro, ele declara no dia 7 de setembro de 1822 a independência do Brasil.
Mas Portugal não aceitou tão fácil essa independência, então eles falaram que só o Brasil pagando um valor muito alto em libra, Portugal iria reconhecer Brasil como país independente.



Post de: Victor, 8ºB


Obs: provavelmente o conselheiro à esquerda era favorável à recolonização. O "Reino Unido" que ele menciona não é a Grã-Bretanha, mas sim o Reino Unido que havia se formado entre Brasil e Portugal. Ou seja: nos anos em que a Família Real esteve no Brasil, o Brasil não era uma simples colônia de Portugal, mas um "Reino Unido" a Portugal, não tão submisso quanto antes. Por isso que os deputados portugueses queriam recolonizá-lo. (Enrico)

Respostas esperadas - Exercícios

Boa tarde.

Embora já tenhamos corrigido em sala, estão aí as respostas esperadas de alguns exercícios dos capítulos 4 e 5. Espero que ajudem no estudo. Na próxima semana estarei disponível para esclarecer outras dúvidas e fazermos mais exercícios.

Abraços,

Enrico



Capítulo 4


15-
b) Cipriano Barata e Marcelino Antonio de Sousa
c) Assim como Silvério dos Reis, queria ganhar prestígio junto à Rainha.

16-
a) Eram contra decisões da Coroa e os altos impostos; queriam tornar sua província independente do restante do Brasil, formando uma república.
b) Inconfidência Mineira: articulada por pessoas da elite e militares; queriam formar uma república, mas não pensavam no fim da escravidão. Conjuração baiana: articulada por negros, pequenos comerciantes e artesãos; propunham o fim da escravidão negra.
c) Os revoltosos eram contra a Coroa e suas decisões, principalmente os altos impostos.



Capítulo 5


10- Desenvolvimento do Rio de Janeiro e do Brasil, fim do monopólio comercial, criação do Banco do Brasil, mudanças na vida cotidiana dos moradores do Rio de Janeiro.

13- D. João prefere que a Independência do Brasil seja feita por D. Pedro do que pelos revoltosos da população, pois assim ele continuaria exercendo alguma influência no Brasil.

16- Significa que a Inglaterra tem interesse na consolidação da Independência do Brasil, e por isso apóia com tropas.

19-
a) Pessoas pobres (negros e índios) que viviam em cabanas.
b) A condição injusta de vida que passavam os mais pobres; o descontentamento com a Constituição e o domínio do Império brasileiro por parte dos mais ricos.
c) Os pobres viviam em condições miseráveis, sem recursos básicos. Os mais elitizados tinham até acesso à cultura erudita, como ópera.
d) A batalha foi sangrenta; as tropas tinham armas de fogo, mas os cabanos não; os cabanos escondiam-se no meio do mato para batalhar.
e) As tropas do Império chegaram por terra e por mar para vencer os revoltosos.
f) Prisão, castigos, exílio, especialmente aos militares que aderiram à luta.
g) Demonstram a importância da História Oral para o conhecimento de detalhes e acontecimentos que não foram registrados.

26-
a) Manifesto da Confederação: contra o regime despótico e a Constituição de Dom Pedro. Carta de Bento Gonçalves: a troca do governador da província.
b) Norte: "habitantes do Equador, (...) em cujos corações arde o fogo da pura liberdade". Rio Grande do Sul: "sentinela do Brasil, olho vigilante para o Rio da Prata".
c) O manifesto é dirigido à população do nordeste e já está propondo a separação em relação ao Império. A carta é dirigida ao regente e ainda não contém uma proposta de República e separação.
d) A carta, pois ainda não deixa claro um projeto de separação e utiliza palavras menos radicais.

28- C

34- E

35- C