quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Charges sobre o racismo no Brasil

(clique nas imagens para vê-las em tamanho real)




As charges representam algo muito ruim que ocorre no Brasil nos dias atuais: o racismo. Mesmo com os diversos movimentos brasileiros contra o racismo que ocorreram durante a história, ele continua a acontecer. É muito triste saber que os negros são privados de direitos básicos, como moradia, emprego, educação, saúde, etc., e também, são motivos de chacotas e gozações de pessoas brancas, que acham que são superiores apenas pela cor da pele que possuem.

Post de Maria Carolina, 8º B

domingo, 23 de outubro de 2011

Independência ou Morte!



Esta obra retrata o que aconteceu em 7 de setembro de 1822 ,quando Dom Pedro I declarou a independencia do brasil.
Mas nem tudo aconteceu como está na imagem, ela tem alguns erros:
­­­­- Dom Pedro I e os outros não estavam em cavalos. Estava em mulas, porque era mais comum nessa época. Além disso, era melhor porque Dom pedro estava no meio de uma viagem quando declarou a independencia.
- Os trajes deles estavam elegantes demais para o tipo de viagem que Dom Pedro I estava fazendo.
- Na foto, há muitas pessoas com ele, mas na realidade havia no maximo 15 pessoas com ele.
- O pintor retrata o acontecimento de uma maneira muito grandiosa. Não foi assim que aconteceu.


Post de: Matheus, 8ºB.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A vinda da Família Real ao Brasil

Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte.

Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. 
Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira.
Uma das principais medidas tomadas por D. João foi abrir o comércio brasileiro aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil.

Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24%. Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses. Esta medida acabou prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.



D. João adotou várias medidas econômicas que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.

Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente. 

Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil (7 de setembro de 1822).

Opinião :

- A familia real portuguesa com medo de Napoleão( pois ele estava preste a invadir Portugal), foge para o Brasil. Junto com ela, vem 14 navios portugueses, onde trouxeram coisas entre dinheiro, roupas, livros documentos ...
- Houve uma forte tempestade onde alguns navios foram parar em Salvador e outros no Rio de Janeiro. Por isso, muitos moradores foram despejados de suas casas, para a instalação da Familia Real e os funcionários que estavam juntos. Isso formou um grande transtorno.
- D. João abriu o comercio brasileiro para os amigos de Portugal. Com isso, a Inglaterra começou a ter vantagens e dominar o comercio brasileiro. E isso acabou prejudicando o desenvolvimento do comercio brasileiro.
- D. João tomou várias medidas econômicas que melhoraram o desenvolvimento do comercio brasileiro. Como: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas
- D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil

Post de: Flávia, 8ºB.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Período Regencial

Vídeo sobre período regencial:

http://www.youtube.com/watch?v=Ok55Y1khWaM


Com esse vídeo podemos observar que o período regencial foi quando D. Pedro segundo era muito jovem para assumir o trono, por tanto, regentes se alternavam no trono até que D. Pedro tivesse idade para poder assumi-lo. E ale disso, ele foi para o trono antes de chegar à idade necessária, onde ocorreu o golpe da maioridade.

Post de: Guilherme P., 8ºB

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Curiosidades sobre Tiradentes

Tiradentes jamais teve barba e cabelos grandes. Como alferes, o máximo permitido pelo Exército Português seria um discreto bigode. Durante o tempo que passou na prisão, Tiradentes, assim como todos os presos, tinha periodicamente os cabelos e a barba aparados, para evitar a proliferação de piolhos, e, durante a execução estava careca com a barba feita, pois o cabelo e a barba poderiam interferir na ação da corda.

Tiradentes foi preso e teve o cabelo e barba aparados, e na sua condenação, os cabelos deveriam ser curtos pois poderiam atrapalhar sua morte.



Post de: Yudi, 8ºB

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Abolição da escravidão: A luz que veio da Inglaterra


População britânica se uniu em campanhas panfletárias inéditas pelo fim do tráfico de escravos, ocorrido há 200 anos
Leandro Narloch | 01/10/2007 00h00

"Há exatos 200 anos o tráfico de escravos foi proibido na Inglaterra. Foi a primeira vitória de uma campanha que fez do Império Britânico – que no século 18 tinha vendido cerca de 3 milhões de escravos para a América – uma força abolicionista que acabaria com o comércio em todo o Atlântico mais tarde. A história contada geralmente é que os ingleses fizeram isso por interesses próprios, para criar um mercado consumidor na América. As origens do abolicionismo inglês não são consenso entre os historiadores, mas sabe-se que o movimento teve uma participação popular inédita – e muito maior do que os livros didáticos costumam ensinar.

Organizado em comitês e contando com mulheres, religiosos e cidadãos comuns que saíam de porta em porta distribuindo panfletos e juntando abaixo-assinados, o abolicionismo britânico seria um modelo dos movimentos sociais que marcariam o século 19. A mobilização começou em 1787, quando 12 amigos criaram a Sociedade para a Abolição do Comércio de Escravos. Para mudar o pensamento da época, usaram armas que depois se tornariam comuns, como a propaganda em panfletos e jornais, os boicotes e as petições públicas. “Foi a mais impressionante campanha de opinião pública que o Ocidente viveu antes do século 20”, afirma Manolo Florentino, historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Com um objetivo e uma estratégia clara, os abolicionistas transformaram uma idéia absurda em lei aprovada pelo Parlamento.”

Por muito tempo, acreditou-se que a campanha abolicionista só tinha dado certo porque as colônias britânicas na América estavam em declínio – e, portanto, a escravidão não era mais importante para o império. O historiador americano Seymour Drescher abalou a idéia com o livro Econocide (“Econocídio”, inédito em português). Para ele, o fim da escravidão acabou é prejudicando a economia britânica. Muitas das cidades mais ativas na abolição, como Manchester e Liverpool, eram as que mais lucravam vendendo para mercados aquecidos com o comércio de escravos, como a África e a América. “Quem apoiava o tráfico poderia muito bem acusar os abolicionistas de agir contra seus próprios interesses”, escreveu Drescher em outro livro sem tradução em português, Capitalism and Antislavery (“Capitalismo e abolicionismo”). “Hoje, a teoria de Drescher de que a abolição foi um fenômeno cultural é inquestionável. Lamentavelmente, a idéia ainda não chegou aos livros didáticos do Brasil”, afirma Florentino."
Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/historia/abolicao-escravidao-luz-veio-inglaterra-435570.shtml


Comentário: percebemos com a leitura do texto que a abolição foi uma ação na qual contagiou o mundo inteiro.

Porém vemos que isso foi temporário por vermos até hoje pessoas em condições péssimas onde estão sujeitas até a perderem sua capacidade de locomoção, identidade, liberdade e muito mais por apenas estarem correndo atrás de um modo de vida melhor e inocentemente vão parar em algemas e correntes onde estão muito longes de um abrigo, percebendo então a falta dos direitos humanos no cotidiano dessas pessoas.


Post de: Lucas, 8°B

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Charge dos conselheiros convencendo D. Pedro



Essa charge mostra conselheiros falando com Dom Pedro I para não aceitar a proposta de seu pai, querendo que ele voltasse a colonizar o Brasil e também ressurgindo o monopólio comercial (que havia acabado com a vinda da Família Real para o Brasil em 1808). Com toda essa pressão em cima de Dom Pedro, ele declara no dia 7 de setembro de 1822 a independência do Brasil.
Mas Portugal não aceitou tão fácil essa independência, então eles falaram que só o Brasil pagando um valor muito alto em libra, Portugal iria reconhecer Brasil como país independente.



Post de: Victor, 8ºB


Obs: provavelmente o conselheiro à esquerda era favorável à recolonização. O "Reino Unido" que ele menciona não é a Grã-Bretanha, mas sim o Reino Unido que havia se formado entre Brasil e Portugal. Ou seja: nos anos em que a Família Real esteve no Brasil, o Brasil não era uma simples colônia de Portugal, mas um "Reino Unido" a Portugal, não tão submisso quanto antes. Por isso que os deputados portugueses queriam recolonizá-lo. (Enrico)