segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lênin limpa a Rússia Czarista (charge, 1919)



Na Rússia, com o capitalismo, a vida do proletariado (trabalhadores) estava ruim. As idéias socialistas vinham surgindo como uma alternativa para tirar o povo do sofrimento. Formaram-se partidos, sendo que o principal chamado POSDR (Partido Operário Socialdemocrata Russo) se dividiu em dois. Após vários conflitos entre esses dois novos partidos para conquistar o poder na Rússia, Bolchevique, cujo líder era Lênin e que desejava a revolução imediata, vence a disputa em 1917, colocando fim ao czarismo (monarquia).

domingo, 20 de novembro de 2011

7 de Setembro: A Independência do Brasil

http://www.youtube.com/watch?v=DOQsM-7Icpo&feature=related

O video mostra como ocorreu a independencia do brasil. Seus efeitos e consequencias apos o grito do ipiranga. Logo após ao acontecimento de 7 de setembro, nem todo o brasil se tornou independente. Houve varios conflitos principalmente no norte, por causa da ligaçao com Portugal.

Post de: Rafaela, 8ºA

Racismo


Essa imagem mostra claramente o racismo, que infelizmente, existe e acontece com frequencia. A imagem mostra que a sociedade acha que os "brancos" tem o direito de fazerem o que quiserem com os "negros". O preconceito contra os negros é uma herança da escravidão, em que os escravos eram negros e não tinham nenhum direito.

Post de: Maria Carolina G, 8ºA

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Slides sobre Karl Marx e o Socialismo

Boa tarde, pessoal.

Conforme prometido, aí estão os slides que passei em aula sobre Karl Marx e o Socialismo. Ao clicar nas imagens, elas serão ampliadas.

Abraços e bons estudos,

Enrico.











terça-feira, 8 de novembro de 2011

Curiosidades sobre a escravidão negra no Brasil




Algumas curiosidades do cotidiano dos escravos/as no período colonial brasileiro que podem nos dar uma idéia da dureza da vida dessas pessoas no seu dia a dia.

1. Terra de branco, a Casa Grande era fortaleza, banco, escola e hospedaria;

2. Na sala, as orações eram feitas em latim. Os africanos reinterpretavam: RESURREXIT SICUT DIXIT (ressuscitou, como havia dito), que virou, na prática, “reco-reco Chico disse”;

3. Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam até os 5 ou 6 anos anos de idade. Tinham os mesmos jogos, baseados nos mesmos personagens fantásticos do folclore africano. Mas aos 7 anos, a criança negra enfrentava sua condição e precisava começar a trabalhar;

4. Não havia escola para escravos e forros, mas, algumas poucas vezes, aqueles que trabalhavam na casa-grande, bilingues na prática, ia à sala de aula;

5. A cozinha era muito valorizada na casa-grande. Conquistou o gosto dos europeus e brasileiros para os pratos de origem africana como vatapá e caruru, comuns na mesa patriarcal do Nordeste. A cozinha ficava num anexo da casa, separada dos cômodos principais por depósitos ou áreas internas;

6. A senzala, um único espaço se destinava ao lazer e sono de todos os escravos;

7. Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira;

8. Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. A medida combatia a fome do campo, pois a monocultura de exportação não dava espaço a produtos de subsistência;

9. Quando a noite caia, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala. As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuia as chances de revolta;

10. Em Salvador, primeira capital do Brasil, quase a metade da população era escrava;

11. Com a expansão das cidades, multiplicam-se escravos urbanos em ofícios especializados, como pedreiros, vendedores de galinhas, barbeiros e rendeiras. Os carregadores zanzam de um lado a outro, levando baús, barris,, móveis e, claro, brancos.

12. Forras quituteiras faziam doces de tabuleiro e rivalizavam com as receitas das escravas que pilotavam as cozinhas das senhoras. Além de atrair clientes, elas tinham de cuidar dos filhos, brincando à sua volta. Pelas ruas das cidades, haviam crianças aos montes e muito barulho;

13. Nas esquinas, forros e escravos de mesmas etnias ou ofícios se reuniam à espera de clientes. Eram “cantos”, agrupamentos estimulados pela administração pública, que instigaca hostilidades entre os negros para evitar a associação em massa contra a elite branca.


Fonte: http://maniadehistoria.wordpress.com/2009/05/08/curiosidades-sobre-a-escravidao-negra-no-brasil/

Comentário

O sofrimento dos escravos dura até os dias de hoje em seus descendentes como exemplo os trabalhos escravos de que acontecem hoje em dia e o racismo que os negros ainda sofrem. Mas não podemos esquecer que eles constribuiram muito com seu trabalho para o desenvolvimento econômico, cultural e social deste país.

Post de: Eduardo M., 8ºB

sábado, 5 de novembro de 2011

O período colonial

O período colonial refere-se aos primeiros tempos da colonização Portuguesa em nosso país.

De 1500 a 1530, Portugal, mais interessado em suas colônias nas Índias, pouco ou nenhum interesse demonstrou por nossas terras. A partir, porém, da perca do monopólio do comércio das especiarias para os Ingleses, começaram a olhar melhor para a sua colônia.
Este período de nossa História é chamado de Pré-Colonial e nele, só foram enviadas para cá, expedições guarda-costeiras e de reconhecimento do território

É com Martin Afonso de Souza, que efetivamente inicia-se a colonização portuguesa. Trouxe 400 homens, animais e mudas de plantas. Formou a vila de São Vicente e o nosso primeiro engenho de cana-de-açucar. Entrou também em contato com os líderes indígenas locais, dentre os quais um português chamado João Ramalho, que segundo se conta, já estava em nosso país desde 1497. Este é um ponto ainda a se discutir em nossa história.

Iniciada a colonização, também começou a escravidão indígena. Muitos colonos, já acostumados com o serviço escravo na corte, já que em Portugal, trabalhar era "coisa de negro" e folgar era coisa de nobre, quiseram obrigar os índios a trabalhar em suas lavouras. Os padres jesuítas interessados em sua catequese, foram contra.


Fonte: http://yoourspace.blogspot.com/2010/11/periodo-colonial.html



Resumo: No começo, Portugal não queria nada com nossas terras, mas depois do inicio do Monopolio Comercial começou a ter algum interesse. Martin Afonso de Souza que começou com a colonização trouxe animais, homens e plantas. Com isso fizeram a Vila de São Vicente, e também o "primeiro engenho de cana-de-açucar" como diz o texto. Quando começou a colonização tambem começou a escravidão indigena, fizeram os indios trabalharem em suas lavouras e os padres jesuitas foram contra, pois queriam catequisar os índios.

Post de: Daniel, 8ºA

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Charges sobre o racismo no Brasil

(clique nas imagens para vê-las em tamanho real)




As charges representam algo muito ruim que ocorre no Brasil nos dias atuais: o racismo. Mesmo com os diversos movimentos brasileiros contra o racismo que ocorreram durante a história, ele continua a acontecer. É muito triste saber que os negros são privados de direitos básicos, como moradia, emprego, educação, saúde, etc., e também, são motivos de chacotas e gozações de pessoas brancas, que acham que são superiores apenas pela cor da pele que possuem.

Post de Maria Carolina, 8º B