terça-feira, 8 de novembro de 2011

Curiosidades sobre a escravidão negra no Brasil




Algumas curiosidades do cotidiano dos escravos/as no período colonial brasileiro que podem nos dar uma idéia da dureza da vida dessas pessoas no seu dia a dia.

1. Terra de branco, a Casa Grande era fortaleza, banco, escola e hospedaria;

2. Na sala, as orações eram feitas em latim. Os africanos reinterpretavam: RESURREXIT SICUT DIXIT (ressuscitou, como havia dito), que virou, na prática, “reco-reco Chico disse”;

3. Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam até os 5 ou 6 anos anos de idade. Tinham os mesmos jogos, baseados nos mesmos personagens fantásticos do folclore africano. Mas aos 7 anos, a criança negra enfrentava sua condição e precisava começar a trabalhar;

4. Não havia escola para escravos e forros, mas, algumas poucas vezes, aqueles que trabalhavam na casa-grande, bilingues na prática, ia à sala de aula;

5. A cozinha era muito valorizada na casa-grande. Conquistou o gosto dos europeus e brasileiros para os pratos de origem africana como vatapá e caruru, comuns na mesa patriarcal do Nordeste. A cozinha ficava num anexo da casa, separada dos cômodos principais por depósitos ou áreas internas;

6. A senzala, um único espaço se destinava ao lazer e sono de todos os escravos;

7. Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira;

8. Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. A medida combatia a fome do campo, pois a monocultura de exportação não dava espaço a produtos de subsistência;

9. Quando a noite caia, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala. As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuia as chances de revolta;

10. Em Salvador, primeira capital do Brasil, quase a metade da população era escrava;

11. Com a expansão das cidades, multiplicam-se escravos urbanos em ofícios especializados, como pedreiros, vendedores de galinhas, barbeiros e rendeiras. Os carregadores zanzam de um lado a outro, levando baús, barris,, móveis e, claro, brancos.

12. Forras quituteiras faziam doces de tabuleiro e rivalizavam com as receitas das escravas que pilotavam as cozinhas das senhoras. Além de atrair clientes, elas tinham de cuidar dos filhos, brincando à sua volta. Pelas ruas das cidades, haviam crianças aos montes e muito barulho;

13. Nas esquinas, forros e escravos de mesmas etnias ou ofícios se reuniam à espera de clientes. Eram “cantos”, agrupamentos estimulados pela administração pública, que instigaca hostilidades entre os negros para evitar a associação em massa contra a elite branca.


Fonte: http://maniadehistoria.wordpress.com/2009/05/08/curiosidades-sobre-a-escravidao-negra-no-brasil/

Comentário

O sofrimento dos escravos dura até os dias de hoje em seus descendentes como exemplo os trabalhos escravos de que acontecem hoje em dia e o racismo que os negros ainda sofrem. Mas não podemos esquecer que eles constribuiram muito com seu trabalho para o desenvolvimento econômico, cultural e social deste país.

Post de: Eduardo M., 8ºB

sábado, 5 de novembro de 2011

O período colonial

O período colonial refere-se aos primeiros tempos da colonização Portuguesa em nosso país.

De 1500 a 1530, Portugal, mais interessado em suas colônias nas Índias, pouco ou nenhum interesse demonstrou por nossas terras. A partir, porém, da perca do monopólio do comércio das especiarias para os Ingleses, começaram a olhar melhor para a sua colônia.
Este período de nossa História é chamado de Pré-Colonial e nele, só foram enviadas para cá, expedições guarda-costeiras e de reconhecimento do território

É com Martin Afonso de Souza, que efetivamente inicia-se a colonização portuguesa. Trouxe 400 homens, animais e mudas de plantas. Formou a vila de São Vicente e o nosso primeiro engenho de cana-de-açucar. Entrou também em contato com os líderes indígenas locais, dentre os quais um português chamado João Ramalho, que segundo se conta, já estava em nosso país desde 1497. Este é um ponto ainda a se discutir em nossa história.

Iniciada a colonização, também começou a escravidão indígena. Muitos colonos, já acostumados com o serviço escravo na corte, já que em Portugal, trabalhar era "coisa de negro" e folgar era coisa de nobre, quiseram obrigar os índios a trabalhar em suas lavouras. Os padres jesuítas interessados em sua catequese, foram contra.


Fonte: http://yoourspace.blogspot.com/2010/11/periodo-colonial.html



Resumo: No começo, Portugal não queria nada com nossas terras, mas depois do inicio do Monopolio Comercial começou a ter algum interesse. Martin Afonso de Souza que começou com a colonização trouxe animais, homens e plantas. Com isso fizeram a Vila de São Vicente, e também o "primeiro engenho de cana-de-açucar" como diz o texto. Quando começou a colonização tambem começou a escravidão indigena, fizeram os indios trabalharem em suas lavouras e os padres jesuitas foram contra, pois queriam catequisar os índios.

Post de: Daniel, 8ºA

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Charges sobre o racismo no Brasil

(clique nas imagens para vê-las em tamanho real)




As charges representam algo muito ruim que ocorre no Brasil nos dias atuais: o racismo. Mesmo com os diversos movimentos brasileiros contra o racismo que ocorreram durante a história, ele continua a acontecer. É muito triste saber que os negros são privados de direitos básicos, como moradia, emprego, educação, saúde, etc., e também, são motivos de chacotas e gozações de pessoas brancas, que acham que são superiores apenas pela cor da pele que possuem.

Post de Maria Carolina, 8º B

domingo, 23 de outubro de 2011

Independência ou Morte!



Esta obra retrata o que aconteceu em 7 de setembro de 1822 ,quando Dom Pedro I declarou a independencia do brasil.
Mas nem tudo aconteceu como está na imagem, ela tem alguns erros:
­­­­- Dom Pedro I e os outros não estavam em cavalos. Estava em mulas, porque era mais comum nessa época. Além disso, era melhor porque Dom pedro estava no meio de uma viagem quando declarou a independencia.
- Os trajes deles estavam elegantes demais para o tipo de viagem que Dom Pedro I estava fazendo.
- Na foto, há muitas pessoas com ele, mas na realidade havia no maximo 15 pessoas com ele.
- O pintor retrata o acontecimento de uma maneira muito grandiosa. Não foi assim que aconteceu.


Post de: Matheus, 8ºB.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A vinda da Família Real ao Brasil

Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte.

Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. 
Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira.
Uma das principais medidas tomadas por D. João foi abrir o comércio brasileiro aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil.

Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24%. Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses. Esta medida acabou prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.



D. João adotou várias medidas econômicas que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.

Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente. 

Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil (7 de setembro de 1822).

Opinião :

- A familia real portuguesa com medo de Napoleão( pois ele estava preste a invadir Portugal), foge para o Brasil. Junto com ela, vem 14 navios portugueses, onde trouxeram coisas entre dinheiro, roupas, livros documentos ...
- Houve uma forte tempestade onde alguns navios foram parar em Salvador e outros no Rio de Janeiro. Por isso, muitos moradores foram despejados de suas casas, para a instalação da Familia Real e os funcionários que estavam juntos. Isso formou um grande transtorno.
- D. João abriu o comercio brasileiro para os amigos de Portugal. Com isso, a Inglaterra começou a ter vantagens e dominar o comercio brasileiro. E isso acabou prejudicando o desenvolvimento do comercio brasileiro.
- D. João tomou várias medidas econômicas que melhoraram o desenvolvimento do comercio brasileiro. Como: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas
- D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil

Post de: Flávia, 8ºB.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Período Regencial

Vídeo sobre período regencial:

http://www.youtube.com/watch?v=Ok55Y1khWaM


Com esse vídeo podemos observar que o período regencial foi quando D. Pedro segundo era muito jovem para assumir o trono, por tanto, regentes se alternavam no trono até que D. Pedro tivesse idade para poder assumi-lo. E ale disso, ele foi para o trono antes de chegar à idade necessária, onde ocorreu o golpe da maioridade.

Post de: Guilherme P., 8ºB

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Curiosidades sobre Tiradentes

Tiradentes jamais teve barba e cabelos grandes. Como alferes, o máximo permitido pelo Exército Português seria um discreto bigode. Durante o tempo que passou na prisão, Tiradentes, assim como todos os presos, tinha periodicamente os cabelos e a barba aparados, para evitar a proliferação de piolhos, e, durante a execução estava careca com a barba feita, pois o cabelo e a barba poderiam interferir na ação da corda.

Tiradentes foi preso e teve o cabelo e barba aparados, e na sua condenação, os cabelos deveriam ser curtos pois poderiam atrapalhar sua morte.



Post de: Yudi, 8ºB